quarta-feira, 24 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Trabalho Científico - Bioquímica Sérica dos Equinos de Concurso Completo de Equitação
BIOQUÍMICA SÉRICA DOS EQÜINOS DE CONCURSO COMPLETO DE EQUITAÇÃO
Yzabella Nogueira1, Daniel Guedes Júnior1, Fernando Queiroz de Almeida1,2, Luciana Assis Brasil Cauby3, Fernanda Nascimento de Godoi1, Liziana Maria Rodrigues1, Luiza Fernanda Barreto1
Introdução: O Concurso Completo de Equitação (CCE) é um dos esportes eqüestres com maior demanda muscular e energética. O eqüino em atividades esportivas passa parte de sua vida treinando para manter e melhorar seu desempenho nas competições e, a bioquímica sérica é fundamental no acompanhamento clínico e esportivo destes animais.
Objetivos: O objetivo desse trabalho foi avaliar os parâmetros bioquímicos de eqüinos de Concurso Completo de Equitação.
Metodologia: O experimento foi realizado na Escola de Equitação do Exército e no Laboratório de Pesquisa em Saúde Eqüina da UFRRJ. Foram utilizados 10 eqüinos com média de idade de 5,3 ± 1,4 anos e peso vivo médio de 448,4 ± 28,9 Kg. O sangue foi coletado, da veia jugular usando agulha 30 x 8 mm e tubos de vacutainer sem anti-coagulante e com fluoreto para as análises de glicose e lactato, com os animais em repouso. As amostras de sangue foram centrifugadas em até 30 minutos e os soro e plasma congelados para posteriores análises de glicose, lactato, triglicerídeos, colesterol, uréia, γ-glutamil transferase (GGT), aspartato amino trasnferase (AST), creatina quinase (CK) e creatinina. Resultados e Discussão: O valor médio de glicose e de lactato observado foi de 88,9±9,2 mg/dL e 0,6±0.2 mmol/L, respectivamente, dentro dos padrões de normalidade em eqüinos atletas no repouso. Os valores observados de colesterol, uréia plasmática e creatinina nos eqüinos foram de 103,5±24,1 mg/dL, 27,4±4,0 mg/dL e 1,4±0,3 mg/dL, respectivamente, dentro do padrão de normalidade para eqüinos atletas. Os valores observados de triglicerídeos, GGT e AST foram de 38,3±11,6 mg/dL, 11,3±4,8 U/L e 336±64,3 U/L, respectivamente. A CK é indicador altamente sensível da lesão muscular e sua elevação está comumente associada à miopatias. Os eqüinos avaliados apresentaram valor médio de CK de 78,0±64,0 U/L.
Conclusão: Os parâmetros de bioquímica sérica dos eqüinos na modalidade hípica de CCE, avaliados no presente estudo, encontram-se dentro do padrão de normalidade para eqüinos atletas.
Objetivos: O objetivo desse trabalho foi avaliar os parâmetros bioquímicos de eqüinos de Concurso Completo de Equitação.
Metodologia: O experimento foi realizado na Escola de Equitação do Exército e no Laboratório de Pesquisa em Saúde Eqüina da UFRRJ. Foram utilizados 10 eqüinos com média de idade de 5,3 ± 1,4 anos e peso vivo médio de 448,4 ± 28,9 Kg. O sangue foi coletado, da veia jugular usando agulha 30 x 8 mm e tubos de vacutainer sem anti-coagulante e com fluoreto para as análises de glicose e lactato, com os animais em repouso. As amostras de sangue foram centrifugadas em até 30 minutos e os soro e plasma congelados para posteriores análises de glicose, lactato, triglicerídeos, colesterol, uréia, γ-glutamil transferase (GGT), aspartato amino trasnferase (AST), creatina quinase (CK) e creatinina. Resultados e Discussão: O valor médio de glicose e de lactato observado foi de 88,9±9,2 mg/dL e 0,6±0.2 mmol/L, respectivamente, dentro dos padrões de normalidade em eqüinos atletas no repouso. Os valores observados de colesterol, uréia plasmática e creatinina nos eqüinos foram de 103,5±24,1 mg/dL, 27,4±4,0 mg/dL e 1,4±0,3 mg/dL, respectivamente, dentro do padrão de normalidade para eqüinos atletas. Os valores observados de triglicerídeos, GGT e AST foram de 38,3±11,6 mg/dL, 11,3±4,8 U/L e 336±64,3 U/L, respectivamente. A CK é indicador altamente sensível da lesão muscular e sua elevação está comumente associada à miopatias. Os eqüinos avaliados apresentaram valor médio de CK de 78,0±64,0 U/L.
Conclusão: Os parâmetros de bioquímica sérica dos eqüinos na modalidade hípica de CCE, avaliados no presente estudo, encontram-se dentro do padrão de normalidade para eqüinos atletas.
1 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. E-mail: yzabellaufrrj@yahoo.com.br
2 Professor Instituto de Veterinária da UFRRJ. Bolsista de Produtividade do CNPq. falmeida@ufrrj.br
3 Escola de Equitação do Exército
2 Professor Instituto de Veterinária da UFRRJ. Bolsista de Produtividade do CNPq. falmeida@ufrrj.br
3 Escola de Equitação do Exército
Trabalho Científico - LAVADO TRAQUEAL
“DETECÇÃO DA ANTRACOSE PULMONAR POR MEIO DO LAVADO
BRONCOALVEOLAR EM EQUINOS SADIOS E PORTADORES DA DOENÇA
INFLAMATÓRIA DAS VIAS AÉREAS (DIVA)”
1Vanessa
Viscardi 2 Nayro X. Alencar 3 Orlei J. Santos 3 Ana Beatriz M. Fonseca 4Carlos Alberto P.
Azevedo 5 Luciana C. Assis Brasil 6 Daniel Augusto B. Lessa 3*1
Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) e na Escola de Veterinária da Universidade
Federal Fluminense - Niterói /RJ
Trabalho realizado no Regimento Escola de Cavalaria Andrade Neves (REsC), na Polícia2
bolsista CNPQ.
Aluna de graduação de medicina veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF) -3
Veterinária/UFF - Rua Vital Brazil Filho 64 - Vital Brazil - Niterói/RJ - 24230340
Professores do Departamento de Patologia e Clínica Veterinária da Faculdade de4
de Matemática, 7º andar, Campus do Valonguinho – Centro – Niterói/RJ - 24020-140
Professora do Departamento de Estatística – UFF– Rua Mario Santos Braga s/n, Instituto5
MV da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro6
MV do Regimento Escola de Cavalaria Andrade Neves/ Exército Brasileiro / RJ*
Rua Vital Brazil Filho 64 - Vital Brazil - Niterói/RJ - 24230-340
Telefone: (21) 2629-9551; (21) 9831-6866
E-mail: vanessaviscardi@yahoo.com.br
Autor para correspondência2
Rev. Univ. Rural, Sér. Ci. Vida. Seropédica, RJ, EDUR, v. 30, n. 1, jan-jun, 2010, p. 00-00.
RESUMO
Com o intuito de identificar e graduar a antracose pulmonar por meio do lavado
broncoalveolar (LBA) em eqüinos sadios e portadores de Doença Inflamatória das Vias
Aéreas (DIVA), 16 equinos adultos alojados na cidade do Rio de Janeiro foram divididos
conforme a atividade exercida e a presença de DIVA: grupo I (sadios, usados para
equitação dentro do quartel), grupo II (sadios, usados para policiamento urbano) e grupo III
(com DIVA, usados para policiamento urbano). A determinação dos animais sadios e
doentes foi realizada por meio de exames físicos, com a avaliação de parâmetros vitais e
exame específico do sistema respiratório, laboratoriais (leucograma e dosagem do
fibrinogênio plasmático, citologia broncoalveolar) e endoscópico do trato respiratório.
Lâminas, confeccionadas por meio de citocentrifugação e coradas pelos métodos de Azul
da Prússia e Fontana, foram utilizadas para avaliação dos macrófagos e suas partículas
intracitoplasmáticas. A antracose, observada em 100% dos eqüinos deste trabalho, foi
submetida a uma avaliação semiquantitativa, sendo o escore 2 (grânulos de carbono
ocupando entre 5,1 e 25% do citoplasma do macrófago) predominante nos três grupos.
Diferença significativa não foi observada entre os grupos estudados. Apesar da inalação dos
poluentes ambientais e de outras partículas suspensas no ar atmosférico ser vinculada ao
desenvolvimento da DIVA, os resultados deste trabalho não permitem afirmar que exista
esta relação.
Palavras-chave:
Aéreas.eqüino - macrófago alveolar – antracose - Doença Inflamatória das Vias
terça-feira, 21 de junho de 2011
Trabalhos Científicos
Perfil e distribuição da síndrome cólica em eqüinos em três unidades militares do Estado do Rio de Janeiro, Brasil
Paula Vieira Evans Hossell Laranjeira, Fernando Queiroz de Almeida, Maria Júlia Salim Pareira, Marco Aurélio Ferreira Lopes, Carlos Henrique Coelho de Campos, Luciana Cunha de Assis Brasil Caiuby, Patrícia Nunez Bastos de Souza
Resumo
Este estudo teve como objetivo avaliar o perfil e a distribuição da síndrome cólica em eqüinos de três unidades militares no Estado do Rio de Janeiro, o Regimento Escola de Cavalaria (REsC), a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e o Esquadrão Escola de Cavalaria (EEC). No período entre 2003 e 2004, 770 eqüinos foram acompanhados para a ocorrência de casos clínicos de cólica. Realizou-se análise descritiva dos dados e a taxa de incidência de cólica e a proporção de eqüinos acometidos foram calculadas. O teste do c2 foi utilizado para avaliar a associação entre síndrome cólica e variáveis relativas às características dos eqüinos e do manejo. A incidência variou entre as unidades militares, 0,95 casos/eqüino-ano no REsC, 0,12 na AMAN e 0,21 no EEC, sendo acometidos 69% dos eqüinos do REsC, 15% da AMAN e 30% do EEC. A maior incidência foi de episódios de origem gástrica, 76,5%. Casos de reincidência foram elevados, sendo 62,5% no REsC, 36,7% na AMAN e 29,0% no EEC. A síndrome cólica ocorreu significativamente associada às variáveis unidade militar, sistema de criação, quantidade de grãos ingerido e suplemento mineral-vitamínico. As altas incidências, reincidências e proporção de animais acometidos observadas ocorreram de forma diferenciada nas três unidades, indicando que, apesar de possuírem como característica comum pertencerem a unidades militares, os eqüinos formam um grupo heterogêneo no que diz respeito à ocorrência de síndrome cólica, provavelmente devido as diferentes condições de manejo. A natureza multicausal desta síndrome requer uma análise mais aprofundada na qual seja possível o controle de variáveis confundidoras para que sejam identificados os fatores de risco.
Assinar:
Postagens (Atom)




